PORQUE MENTEM AS PESSOAS?

Ultimamente, com base na observação do comportamento de grande parte das pessoas, podemos constatar, de alguma forma triste, que grande parte das pessoas mente e poderia afirmar que grande parte, quase sem excepção, o faz muitas vezes sem necessidade de o fazer!

Foi extremamente interessante perceber ao pesquisar sobre o tema que a mentira é tão usualmente usada que o seu sentido ultimamente parece tender a ser vulgarizado e que as estatísticas demonstram que mentimos cerca de 200 vezes por dia e em média uma vez por cada 5 minutos.

Basta pensarmos nas atitudes que muitos de nós temos no dia-a-dia: “não pude vir trabalhar porque o meu filho não estava bem”; elogios como: “de facto esta camisa fica-te mesmo bem”; “adorei a tua exposição durante a reunião”; etc. Mas o que é na realidade a mentira?

Por mentira entende-se, segundo o dicionário de Língua Portuguesa, “o acto ou efeito de mentir, engano propositado; afirmação contrária à verdade, com intenção de enganar; peta; falsidade; embuste; erro; vaidade”. Ela pode surgir por razões, tais como: receio das consequências em assumir as consequências de uma verdade, insegurança ou baixa de auto-estima (quando desejámos fazer passar uma imagem de nós próprios melhor do que a que verdadeiramente acreditamos), quando algo externo nos pressiona, por ganhos e privilégios ou ainda por razões patológicas.

Mentir de certa forma pode ser útil quando se converte numa forma de nos movermos adequadamente na sociedade, uma vez que é uma característica intelectual do homem e os que às vezes não a utilizam são catalogados como ingénuos. O problema surge quando ela se converte numa característica da personalidade do indivíduo, sendo usada de forma contínua com algum fim concreto e dando-nos bem prejudicando o outro e dando uma imagem falsa de nós próprios. Aqui ela causa muito sofrimento e até mesmo pode fazer derramar muitas lágrimas, sobretudo quando projectada sob a forma de calúnia.

Neste caso, a pessoa tem consciência de que a sua descrição não é coerente com o que fez. Outro problema da mentira é que ela nunca aparece sozinha, precisa sempre de novos contos para se manter viva e que ninguém desconfie da veracidade da história. Existem autores que defendem a existência de dois tipos de mentira: por acréscimo (em que a pessoa sente necessidade de aumentar de forma falseada um facto real, ex: quem conta aumenta um ponto) e a mentira por ocultação (existe uma pedaço da realidade que é diminuída, para que pareça menos prejudicial).

Mas o que é real é que em qualquer um dos dois casos, o medo é o mesmo: não ser aceite por aquilo que se é ou faz. A pessoa mentirosa que não consegue gerir o peso de estar distante do ideal que projectou para si, devido à sua baixa auto-estima, insegurança, problemas de identidade, culpa e às vezes desejo de manipular. Portanto, aqui vão algumas orientações para você proceder diante de uma mentira:

  • Assegure-se de que as suas suspeitas são fundamentadas por dados ou factos reais e confiáveis, e não apenas por simples intuições ou especulações;
  • Considere a possibilidade de estar errado. Você pode estar errado. Às vezes, a ansiedade e o desejo de que algo aconteça leva a suposições pouco felizes;
  • Confirme várias vezes os dados que o levam a pensar que algo possa ser mentira com o fim de fundamentar as suas razões;
  • Questionar se tem dado o espaço de conversa e de reflexão necessário para que o outro possa falar sinceramente consigo;
  • Escolha com cuidado o momento de falar com a pessoa que mente. E acima de tudo fale;
  • Ouça prudentemente o conteúdo das palavras que ele usa. Considere que as mentiras são uma forma pouco valente para enfrentar os problemas de um relacionamento mas, em algumas ocasiões, são a única forma que o outro tem de lhe “dizer” alguma coisa. Como diz Abraham Lincoln, “Nenhum mentiroso tem uma memória suficientemente boa para ser um mentiroso de êxito”.

Carreteiro, R. (2004). Mentira: mentir.

RIVALIDADE FEMININA

“A rivalidade pode ser patológica. Mas, quando temos consciência do mecanismo competitivo que desencadeia esse padrão de comportamento, esse conhecimento pode ajudar-nos a controlá-lo.”

Inveja… quem de nós, mulheres, nunca sentiu uma pontinha de inveja de uma amiga, colega de trabalho, ou de uma mulher bem vestida numa festa? “Que atire a primeira carteira” a mulher que nunca o fez.

Somos por natureza competitivas entre nós, gostamos de usar os melhores vestidos, de ser as mais espertas, de chamar mais a atenção…

Mas existe aqui um pormenor interessante: a competitividade entre as mulheres sempre existiu e pode ser benéfica, de forma a destacarmo-nos e a melhorarmos diante das exigências diárias da vida.

O mais engraçado no meio disto tudo é que antigamente as mulheres eram mais unidas pois tinham a consciência de que a força entre os elos era o que sustentava a força feminina, garantindo a sua firmeza e a sua força. Estamos sempre em constante estado de alerta em relação às outras e somos capazes de estratagemas de manipulação para nos sairmos melhor do que aquelas que querem concorrer connosco. E, às vezes, até fazemos aquilo a que se chama “guerra fria”… enfim, rivalizamos todos os dias.

Será que já parou para pensar porque razão é tão difícil lidar num ambiente onde o número de mulheres é superio ao número de homens? Porque é que o ambiente parece ser sempre de intrigas? Temos a fama de falarmos demais; sermos fofoqueiras, invejosas e ciumentas.

No fundo, é como se víssemos na outra mulher igual uma adversária, uma inimiga, uma rival à qual temos necessidade de estar sempre atentas para não sermos atacadas ou prejudicadas.

É pertinente dizer que todas nós já fomos invejadas ou experimentámos inveja de alguém, alguma vez na vida. Mas este sentimento pode ser destrutivo, fazendo com que nos tornemos obcecadas e inseguras.

A rivalidade acarreta sofrimento, ciúme, inveja, diminuição e fragilidade da auto-estima, dissimulação, imaturidade emocional, visão muito pobre sobre si e falta de auto-conhecimento. Não é por acaso que existem máximas como: “mulher não se embeleza para agradar o homem, mas para despertar inveja nas outras mulheres”. A rivalidade pode ser patológica. Mas, quando temos consciência do mecanismo competitivo que desencadeia esse padrão de comportamento, esse conhecimento pode ajudar-nos a controlá-lo.

Isto é: quando nós entendemos o como e o porquê de agirmos desta maneira podemos, sem dúvida alguma, aprender a filtrar a agressividade e a competição de maneira saudável.

Hoje, a desunião feminina é uma perda de tempo. Portanto, vamos tentar “não descer do salto”!

“Num jogo, a melhor estratégia é fazer o seu maior rival apaixonar-se por si.”

Blair Waldorf

Texto: Extraído do Livro: COMPORTAMENTO

SOB O OLHAR DE UMA PSICÓLOGA.

Dra. Júlia dos Santos

A melhor forma de explicar o que é beleza para as nossas filhas

Hoje, um dos grandes problemas prende-se com a forma como a beleza e os seus padrões são incutidos nas crianças, especialmente no caso das meninas. É importante que os pais saibam conduzir as suas filhas da melhor forma para evitar certos transtornos de imagem.

Você sabe qual é o verdadeiro significado de beleza? Será que está a saber transmitir às suas filhas o que realmente é importante? 

Analisando muitas meninas em idade escolar, é possível perceber que a maior parte, mesmo na escola primária, já tem uma imagem negativa do seu próprio corpo. Muitas meninas aparecem na escola já com rímel nas pestanas, sombras nos olhos e baton nos lábios. Quando falamos de meninas mais crescidas, não são raros os casos em que deixam de almoçar para não engordarem.

A beleza nos dias actuais

Actualmente, a imagem é um dos aspectos mais importantes e valorizados. Existe uma ideia generalizada de que só as pessoas bonitas são bem-sucedidas. Esta é uma imagem que nos é transmitida pelos meios de comunicação em geral, não excluindo nenhuma delas.

Vemos que modelos, actrizes, empresárias, artistas, são todas mulheres bonitas, que seguem um determinado padrão de beleza.

E é este o modelo que se tem incutido na sociedade em geral, e as crianças não ficam longe disso! 

A questão é que as crianças não estão preparadas para fazer uma análise da informação que lêem, ouvem e vêem, e por isso não distinguem o que é certo e errado. Isso leva a que as meninas criem uma auto-imagem negativa de si mesmas, pois não são parecidas com as mulheres que aparecem nas revistas e na Internet.

Desta forma, é função dos pais agir em relação a isso.

Mas como explicar para as nossas filhas o que é a beleza e o que deve realmente ser importante? É isso que vamos ver agora!

Como explicar o que é beleza para as nossas filhas

Dar o exemplo

Os nossos filhos vêem nos pais um exemplo. Por isso, uma das melhores formas de lhes provar que os padrões de beleza que nos são impostos não são o mais importante é não ficando preocupado com isso também.

Como queremos que as nossas filhas não fiquem obcecadas com a imagem se passamos o dia em frente do espelho? Como queremos que elas não se queiram maquilhar se a mãe não sai de casa sem uma maquilhagem?

Antes de mais nada, é importante transformar as nossas palavras e ensinamentos em acções!

Mostre-se confiante e feliz com o seu corpo e a sua imagem. Esta é a melhor forma de ensinar o que é a beleza para as suas filhas.

Sorriso

Nada é mais bonito de que um sorriso de felicidade sincera. É importante mostrar às suas filhas que as mulheres mais bonitas que existem à face da terra são aquelas que têm um sorriso de orelha a orelha, e com aquele brilho nos olhos que faz de qualquer mulher deslumbrante!

Não se compare

Não existem duas mulheres iguais, e por isso deve deixar de lado comparações infundadas. Além disso, nós sempre achamos que existe uma mulher mais bonita do que nós, o que não quer dizer que não sejamos bonitas, e para outras pessoas tão, ou mais, bonitas.

Os outros não determinam a sua beleza

Muitas pessoas sentem-se tão mal consigo mesmas que adoram fazer julgamentos sobre a aparência dos outros. Mas não devemos dar ouvidos a esses julgamentos. Podíamos ser uma capa de revista que sempre haveria quem criticasse alguma coisa.

Não devemos ficar bonitas para os homens

Tentar ficar mais bonita, mais magra, com mais curvas, para agradar os homens não é o melhor caminho. Temos de nos sentir bonitas com quem nós somos, para nós mesmas, e não para os outros, muito menos para agradar alguém. Se alguém tiver de gostar de nós, que seja exactamente pelo que nós somos!

Confiança

Ser confiante transforma a aura de qualquer mulher. Uma mulher confiante brilha em qualquer lugar que esteja. Elas destacam-se mesmo no meio de uma multidão. De facto, ter confiança em nós mesmas torna-nos mais poderosas e bonitas!

Amar a si mesma do jeito que é

A última coisa que temos a dizer sobre beleza, e como explicar isso para as suas filhas, é que nada é mais eficaz do que se amar a si mesma do jeito que você é. Todos temos defeitos e qualidades, tanto ao nível físico como intelectual. Por isso é importante sabermos exactamente quais são para amarmo-nos incondicionalmente.

Quando estamos bem e harmoniosos connosco, nada nem ninguém poderá derrubar a nossa beleza!

Ser amigo do ex – Sim ou não?

Uma grande parte das pessoas não pensa, sequer, em conviver com um ex. No entanto, outras conseguem estabelecer uma linda relação de amizade. Mas será saudável?

Depois que um relacionamento termina, é muito normal que sentimentos de raiva e ódio prevaleçam. Leva tempo até que estes sentimentos se acalmem para dar lugar à tranquilidade e harmonia.

Embora tudo pareça mais calmo, muitas pessoas não conseguem sequer falar com um ex, e ver essa pessoa causa-lhes sentimentos desagradáveis.

De facto, parece não ser fácil olhar para alguém com quem já tivemos um relacionamento como um simples amigo. Sair com ele sem segundas intenções? Entrar no círculo de amigos íntimos? Continuar a frequentar as festas de aniversário? Conviver com o seu novo parceiro?

Estas questões são apenas algumas das muitas que assaltam a cabeça das pessoas.

Por outro lado, dizer que alguém com quem partilhamos uma parte da nossa vida, da nossa história, que amamos de verdade, que passamos momentos felizes, partilhamos confidência, deixou de fazer parte dela é, no mínimo, injusto. 

São dois lados da moeda que temos de lidar. Mas por qual deles devemos ir?

Devo, ou não, ser amigo do ex?

Não há dúvidas que, para a maioria das pessoas, nem passa pela cabeça ser amigo de um ex. Por um lado elas estão certas. Chega a uma altura em que precisamos cortar vínculos para poder seguir em frente.

Além disso, lidar com um ex não é fácil. Nunca sabemos o que dizer, quais os temas que devemos evitar, onde devemos tocar, como devemos tratar. Anos de hábitos não se mudam em dois dias, e isso pode causar sofrimento em ambas as partes.

De facto, um estudo elaborado por dois psicólogos na Universidade de Oakland, nos Estados Unidos da América, concluiu que a maioria das pessoas que são amigas de ex têm traços de psicopatia, pois mostram-se narcisistas, maquiavélicas e com falta de empatia.

Isto porque a maior parte das pessoas entrevistadas mantinha essa relação de amizade com o ex por ser prático e cómodo, e não por um sentimento sincero de amizade.

Por outro lado, existem casais que, com o passar do tempo, chegaram à conclusão de que o que sentiam um pelo outro deixou de ser amor romântico, e é agora uma amizade inabalável. A intimidade sexual deixou de existir para dar lugar a longas conversas.

Como é possível cortar com um laço destes só porque se chegou à conclusão de que o amor acabou?

Casamentos que terminam sem ressentimentos, onde ambos os membros estão de acordo com a decisão tomada, não têm nenhuma razão para cortar relações.

Então, se está na dúvida entre ser, ou não, amigo do seu ex, a resposta está em si mesmo. Porque quer manter essa relação de amizade? Por interesse? Porque tem medo de estar sozinho? Porque ainda guarda alguma esperança de voltar? Ou porque realmente deseja não perder o melhor amigo que tem?

1º ano de namoro – Coisas que acontecem depois deste tempo!

O 1º ano de namoro é uma marca para todos os casais. Afinal de contas, é um ano inteiro ao lado de alguém que ama e que o ama também. No entanto, depois do primeiro ano, existem coisas que acontecem, quer queiramos, ou não. 

A grande parte dos casais começam a cair na rotina quando fazem um ano de namoro. Alguns ainda aguentam um bocado mais de tempo, mas geralmente este marco pode ser passado com um sentimento de confortabilidade.

Deixa de existir aquela vontade de agradar, as surpresas já não acontecem, já não saem para se divertir, os carinhos e carícias depois das relações passa para segundo plano.

Tendo em conta que todos os casais passam por momentos assim, é importante saber o que acontece depois do 1º ano de namoro para preservar o seu relacionamento. 

O que acontece depois do 1º ano de namoro?

1 – Aparecem os defeitos

No início do namoro é muito normal acharmos tudo muito fofo. Todos os defeitos são vistos como coisas pequenas, manias que achamos que dão personalidade ao nosso namorado. No entanto, depois desse primeiro ano, deixamos de ver as coisas dessa forma.

Já não perdoamos, já não esquecemos, nem vemos as coisas pelo lado cor-de-rosa.

2 – Transformam-se em melhores amigos

Um ano depois de começarem a namorar já parecem os melhores amigos. Um sabe o que o outro pensa, já sabem o que o outro vai dizer. 

3 – Deixa de tentar impressionar

Depois do primeiro ano deixamos de sentir necessidade de impressionar o outro. Galanteios, elogios, usar determinada roupa para o namorados nos achar bonitos. Esse tipo de coisa deixa de ser comum e passa a acontecer só em ocasiões muito especiais.

4 – Partilham a casa-de-banho

A presença do outro já é tão normal que deixam de ter problemas até em partilhar a casa-de-banho. De facto, a privacidade que antes se preservava deixa de existir, mesmo em momentos tão constrangedores como este.

5 – Basta um olhar para transmitir descontentamento

Se antes era preciso ter uma conversa séria quando algo o desagradava, agora basta um olhar para que o outro saiba exactamente o que está a sentir. 

6 – Passam o fim-de-semana em casa

No início do namoro era regular saírem com amigos, ou os dois, para curtir um bocado, divertirem-se num bar, na praia. Depois do 1º ano de namoro as festas passam a dar lugar a noites no sofá ou na cama, a ver um filme.

7 – Reclamações

Se existem vantagens em namorar por um longo tempo, também existem desvantagens. E é com estas que temos de nos preocupar e trabalhar com mais afinco.

Com o tempo, o romantismo deixa de existir, principalmente por parte dos homens. No entanto, é este romantismo que mantém a chama da paixão acesa, em ambos os casos.

Enviar flores só no dia dos namorados ou no dia de aniversário é a pior coisa que se pode fazer. 

8 – Grande decisão

O 1º ano de namoro é o primeiro momento decisivo num relacionamento. Esta é aquela altura em que a maior parte dos namoros terminam, exactamente porque a paixão desaparece. Se conseguiu passar esse marco, está de parabéns. Tem grandes chances de ter encontrado o amor da sua vida.

Como esquecer um grande amor?

Um grande amor nunca é fácil de esquecer. Quer seja um namoro ou um casamento, qualquer relacionamento que acabe causa um sofrimento muito grande. É preciso tempo para superar uma perda assim, mas é possível!

Independentemente dos motivos que levaram ao fim de um relacionamento, esquecer um grande amor pode demorar muito tempo e, claro, tem sempre incluídas lágrimas e músicas de amor.

Este é um comportamento normal. Não pense que é o único no mundo que chora rios por ter terminado um relacionamento. No entanto, agora que terminou, está na hora de dedicar o seu tempo a si mesmo, para recuperar a sua auto-estima e retomar projectos antigos.

Se quer esquecer um grande amor, então siga estes passos que podem ajudá-lo a superar melhor e mais rapidamente o fim de uma relação.

Passos para esquecer um grande amor

Esquecer um grande amor nunca é algo que se faça do dia para a noite. Existem fases que precisam ser passadas para que esse sentimento fique bem resolvido. Por isso, para que consiga recuperar a sua vida, é importante seguir estes passos para esquecer um grande amor. Confira!

1 – Deixe as emoções e os sentimentos falarem por si

Esta é uma altura em que tem de deixar os seus sentimentos e emoções saírem cá para fora. Se está a sofrer por causa do fim do relacionamento, não tenha vergonha em demonstrar isso mesmo. Negar as emoções nesta fase não é saudável, nem aconselhável.

2 – Não se martirize

Quando perdemos um grande amor temos tendência de nos martirizar, de achar que somos culpados por ter chegado ao fim. É comum sentir dúvidas quanto ao sentimento do outro, pensar que o outro tem uma outra pessoa, que terá feito alguma coisa errada.

A verdade é que ficar a rever todos os momentos não vai fazer com que as coisas se alterem. Mesmo que encontre algo que tenha feito de errado, nada vai fazer com que o seu grande amor volte.

Além disso, quando falamos de um casal, temos de aceitar que as duas partes são responsáveis por manter vivo o sentimento.

3 – Livre-se de memórias

Se quer, realmente, esquecer um grande amor, é importante que, a dada altura, se livre das memórias que ainda guarda desses tempos. Devolva objectos, deite fora cartas de amor, ou guarde em um lugar que não veja.

Mensagens, e-mails, redes sociais… Tudo deve ser apagado de uma vez por todas. Apague o número de telemóvel se não conseguir conter a tentação de telefonar. Apague também todas as senhas que possivelmente tem do seu ex, e troque todas as suas senhas também.

4 – Aproveite as coisas boas de estar solteiro

Estar ao lado de quem amamos é bom, mas só quando esse amor é correspondido, o que não era o seu caso, não mais. Mas não podemos ver a vida negra agora que estamos sozinhos. A vida de solteiro tem muitas coisas boas, e é preciso saber aproveitá-las.

Veja o fim do relacionamento como o início de uma vida nova, cheia de energia, novas oportunidades, novos projectos, novas pessoas na sua vida.

5 – Não atropele etapas

É normal que em dado momento tente substituir o seu grande amor por um outro. No entanto, esta decisão não é, nem nunca será, a melhor escolha. Ninguém pode amar outro de facto se ainda gostamos de outra pessoa, mesmo que já não estejamos com ela.

Aproveite este tempo para se conhecer melhor a si mesmo. Aprenda a amar-se em primeiro lugar. O tempo trará novos sentimentos.

Dicas para conservar o relacionamento

Encontrar o amor da nossa vida é dos momentos mais especiais por que podemos passar. No entanto, com a sua chegada vem também o medo de perder alguém que amamos muito. 

Um relacionamento precisa de ser cuidado, estimado. Quando não nos esforçamos em manter a relação saudável, corremos o risco de pôr tudo a perder.

Por isso mesmo, aqui tem dicas óptimas para conservar o seu relacionamento. Anote!

10 dicas para conservar o seu relacionamento

Os relacionamentos não se fortalecem por si mesmos. De facto, é preciso muita dedicação para manter uma relação, duradoura e saudável. Claro que este não é um caminho fácil ou intuitivo. No entanto, com esforço e dedicação tudo se torna bem mais simples. Por isso, anote!

1 – Aceite os defeitos e virtudes

Todos nós temos virtudes e deifeitos. Afinal, somos humanos, e por isso não somos perfeitos. A questão é que, quando nos apaixonamos, vemos o outro só com as suas qualidades. É como se todos os defeitos desaparecessem.

No entanto, à medida que o tempo passa, e a paixão esmorece, os defeitos começam a surgir. É importante olhar o outro como um todo, com todos os seus defeitos e qualidades. 

2 – Aceite o outro como ele é

O maior erro que podemos cometer é tentar mudar o nosso parceiro. Além de ser um enorme desperdício de energia e tempo, só causa desgaste e tristeza. Quando estamos num relacionamento de verdade, temos de aceitar o outro tal como ele é.

3 – Não faça ultimatos

Fazer com que o seu parceiro tenha de escolher entre algo que gosta e você é o mesmo que pedir para que o relacionamento acabe. A liberdade de cada um deve ser mantida, independentemente de estar, ou não, num relacionamento.

4 – Seja o melhor amigo

Um(a) namorado(a), noivo(a), marido ou mulher, tem de ser sempre o(a) melhor amigo(a). É importante ouvir os problemas do outro, apoiá-lo, e respeitar as suas decisões. No que toca a assuntos de família e amigos, nunca dê a sua opinião se ela não for solicitada.

Muitas vezes queremos aconselhar, mas acabamos por criar conflitos com outros. E, verdade seja dita, nunca sabemos o que realmente se passou. Estamos a ouvir somente uma parte da história. Então, cuidado!

5 – Desenvolva empatia

Sabermo-nos colocar no lugar do outro é fundamental em vários aspectos da nossa vida, incluindo numa vida a dois. Se desenvolvermos empatia, muitas discussões podem ser evitadas facilmente.

6 – Dê liberdade

Todos nós precisamos de espaço, de liberdade. Sentirmo-nos presos a uma pessoa a alguma coisa faz-nos infelizes. Por isso, mesmo num relacionamento, devemos dar espaço para que o outro possa fazer coisas sozinho.

7 – Dedique-se ao seu parceiro

A correria do dia-a-dia muitas vezes não nos deixa com disposição para escutar o nosso parceiro, para mimá-lo, para cuidar dele. No entanto, mesmo com trabalho, filhos, casa, sempre deve dedicar-se tempo exclusivo para o nosso parceiro.

8 – Faça surpresas

A rotina pode ser desastrosa para um relacionamento. Por isso, de vez em quando, prepare uma supresa para o seu parceiro. Um jantar à luz das velas, uma noite só a dois, um fim-de-semana fora. São pequenos momentos que podem reacender a chama da paixão.

9 – Formem uma equipa

Um casal deve, acima de tudo, ser uma grande equipa. Os dois devem lutar pelos mesmos objetivos em comum. Os dois têm de trabalhar para que as coisas funcionem.

10 – Diga o que sente

A comunicação é fundamental para que um relacionamento perdure. Como tal, não deixe de dizer tudo aquilo que sente. E, claro, não se esqueça, nunca, de dizer que ama.

Superar o divórcio: Quanto tempo para voltar a ser feliz?

Quando casamos, a última coisa que pensamos é que um dia esse casamento termina. No entanto, a vida leva-nos para caminhos que não queríamos, nem esperávamos.

O divórcio não é uma decisão tomada de ânimo leve. De facto, existe uma promessa de para sempre que custa muito deixar para trás. Mas, às vezes, a vida mostra-nos que não era aquele o caminho que deveríamos seguir.

Afinal de contas, a felicidade deve sempre ser o nosso primeiro e último objectivo. Não existe outro motivo para fazermos algo. A nossa felicidade tem sempre de vir em primeiro lugar. E quando um relacionamento não nos faz felizes, a separação é a única opção.

Superar um divórcio, independentemente do motivo, nunca é fácil. Existe toda uma história em comum que teve de ser deixada no passado. É preciso olhar a vida de uma outra forma, não mais a dois, não mais na companhia de alguém que sempre esteve do nosso lado.

Não é algo que se consiga da noite para o dia. É preciso tempo para refazer todos os planos internos, até a forma como vemos a nossa própria vida. 

Se está nessa situação, então continue lendo!

Quanto tempo demoramos a superar um divórcio?

Obviamente que não existe matemática que possa determinar exactamente o tempo que demorará a ultrapassar o divórcio. Cada caso é um caso.

No entanto, alguns estudos levados a cabo pela Universidade de Binghampton, nos Estados Unidos da América, indicam que este acontecimento pode demorar entre 6 meses a 2 anos a ser superado.

Além disso, os estudos apontam que as mulheres tendem a recuperar de um divórcio mais rápido, mas que sentem um impacto emocional maior. Os homens, embora com um impacto imocional menos severo, demoram mais a superar por completo a separação.

Fases de superação do divórcio

A superação de um divórcio é um processo que passa por várias fases. Todas as pessoas que se separam passam por elas, e só depois de ultrapassadas todas as fases podemos dizer que se conseguiu superar o divórcio.

  1. Depressão e raiva – Num primeiro momento as pessoas ficam deprimidas e é comum sentirem raiva pelo parceiro. Também é normal sentir muita ansiedade por tudo o que está a acontecer.
  2. Desorientação – Depois de passada uma fase de depressão e raiva, um sentimento de medo e incerteza toma conta de nós. Sentimo-nos completamente desorientados, sem rumo.
  3. Tristeza – Quando percebemos que realmente toda uma relação se perdeu, e com ele um sentimento tão bonito que achávamos ser para sempre, sentimos uma imensa dor e tristeza.
  4. Procura por explicações – A quarta fase é marcada por uma tentativa de entender tudo aquilo que aconteceu. É normal que se tente encontrar um culpado para tudo.
  5. Assimilação – Esta é uma fase em que começamos a aceitar que a separação existiu e tende-se a romper qualquer tipo de ligação com o passado.
  6. Libertação – A última fase chega com um sentimento de liberdade completa. O divórcio foi superado e conseguimos ver que existe um futuro inteiro à nossa frente.

Se está numa situação destas, não tenha medo nem vergonha de pedir ajuda. Muitas pessoas não conseguem superar um divórcio com facilidade. O acompanhamento com um profissional qualificado pode ajudá-lo a viver esta fase mais calmamente e tranquilamente.

Coisas que arruínam uma relacionamento

Coisas que arruínam uma relacionamento

Um relacionamento tem tanto de forte como de frágil. Da mesma forma que, do nada, ele surge, também pode acabar de um momento para o outro, especialmente quando não cuidamos deles. 

Assim, para que um relacionamento seja duradouro, é preciso que ambos se esforcem e trabalhem na relação para que o sentimento não morra.

Se quer saber como manter o seu relacionamento saudável, então evite estas coisas que arruínam um relacionamento.

5 coisas que arruínam um relacionamento

Todos os relacionamentos precisam de cuidado, tal como uma flor, que precisa ser regada para desabrochar e se manter bonita. Este é um trabalho que tem de ser feito de parte a parte, por isso, quando apenas um dos cônjuges se esforça para as coisas darem certo, fica difícil suportar as crises.

Claro que este é um esforço que os dois têm de fazer, mas o resultado pode, sim, dar frutos fortes e saudáveis. Por isso mesmo, evite a todo o custo estes 5 erros que podem arruinar o seu relacionamento.

Ciúmes

Os ciúmes são uns dos grandes causadores das discussões nos casais. Quando existem ciúmes, especialmente ciúmes excessivos, acabamos por tirar a liberdade do outro, sempre com dúvidas acerca do seu comportamento.

Quando estes se encontram presentes, a relação tende a tornar-se em algo tóxico, que tira a energia de todos. Um porque está sempre na dúvida, o outro porque não se sente bem para fazer o que gosta.

Rotina

Cair na rotina é outro dos grandes erros cometidos pelos casais. Não é fácil inovar quando o nosso dia-a-dia é tão corrido. Falta vontade de fazer coisas novas. No entanto, para que um relacionamento se torne saudável e seja duradouro, é importante tentar evitar cair na rotina.

Além de provocar sentimentos negativos, como frustração e tédio, pode prejudicar seriamente a comunicação entre o casal. Ora, já sabemos o que a falta de comunicação pode causa: conflitos constantes, discussões, críticas de parte a parte.

É também comum que casais que caíram na rotina sintam solidão, mesmo estando juntos. Um sentimento que envenena qualquer relação.

Mentira

Todos sabem que a confiança é a base de todo e qualquer relacionamento. Por isso, a mentira pode arruinar por completo toda a relação. Podemos estar ao lado de uma pessoa durante 20 anos. Basta uma mentira para se colocar em causa tudo o que está para trás.

Críticas

Um relacionamento é construído à base de confiança, carinho, compreensão, repeito e tolerância, acima de qualquer outra coisa. A paixão passa, mas é o que se constrói que sobrevive. Quando vivemos com alguém, é comum surgirem certos aspectos que nos irritam, que nos deixam tristes e desanimados.

No entanto, é preciso haver tolerância para com o outro, e sempre muito respeito. Não existem duas pessoas iguais, por isso não podemos exigir que o outro pense da mesma forma que nós, e que aja da mesma forma. 

Críticas e queixas constantes ao comportamento do outro podem, de facto, arruinar por completo o relacionamento.

Infidelidade

Esta é a principal causa do término de uma relação. A infidelidade pode arruinar qualquer relação, até mesmo a mais perfeita que se conhecia. Mais do que uma mentira, mais do que cair na rotina, a infidelidade é uma punhalada nas costas e no coração também.

Esta é uma atitude que mostra que o parceiro não tem integridade, tem falta de compromisso, foi movido pelo egoísmo, sem mostrar qualquer tipo de respeito. 

Mesmo que se tente perdoar uma traição, dificilmente as coisas ficam como antes, e o fim pode estar sempre iminente.

Depressão amorosa: O que é e como evitar

A depressão amorosa é um distúrbio que surge depois de uma grande decepção num relacionamento amoroso. Essa decepção faz com que a pessoa deixe de ter vontade de estar com outras pessoas, apostar em novas relações, e até mesmo deixar de conviver com os seus amigos e familiares.

Uma pessoa que sofre de depressão amorosa deixa de ter vontade de socializar, perde interesse nas coisas que antes lhe davam prazer. Assim, a vida deixa de fazer sentido, pois nada que faça lhe dá satisfação pessoal.

Além de perderem toda a vontade de se divertirem, as pessoas com depressão amorosa vêem-se a par de pensamentos pessimistas constantes. É comum que essas pessoas vivam em constante tristeza. Elas só conseguem ver-se felizes ao lado da pessoa que os magoou e decepcionou. Por isso elas deixam de fazer planos para o futuro.

Depressão amorosa: Causas

Quando alguém projecta todos os planos pessoais e as suas expectativas futuras na pessoa amada, cria-se uma grande dependência emocional. Ora, quando existe uma decepção grande com essa pessoa, ou quando o relacionamento termina, a felicidade foge por entre os dedos.

Normalmente, este tipo de depressão é muito comum em pessoas inseguras, pois estas não conseguem dar-se o devido valor, e sempre acham que não são boas o suficiente para que outras pessoas gostem delas. Além disso, pessoas inseguras têm medo de assumir a responsabilidade pela sua própria vida e, consequentemente, pela sua felicidade.

Por isso elas projectam todas as suas expectativas noutra pessoa, colocando a responsabilidade da sua felicidade no outro.

A melhor forma de evitar a depressão amorosa não passa por não viver um grande amor, mas por amar-se a si mesmo primeiro, reconhecendo que a felicidade própria é de sua responsabilidade, e não de outro.

Afinal de contas, para sermos felizes, bastamo-nos a nós mesmos. Não podemos colocar a nossa felicidade nas mãos de ninguém, ou colocamos em causa a nossa vida.

Como superar uma depressão amorosa

Para superar uma depressão amorosa, o primeiro grande passo é mesmo valorizar-se a si mesmo. O auto-conhecimento é fundamental para que se crie um respeito próprio tal que nada, nem ninguém, poderá colocar em causa a nossa felicidade.

Outro aspecto importante é deixarmos de achar que podemos mudar tudo o que queremos. Algumas coisas, simplesmente, não dependem de nós. Não temos o controlo de tudo, muito menos de outras pessoas além de nós mesmos. 

Além disso, é importante deixar o passado para trás. Não importa de quem é a culpa. Resolver os assuntos que ficaram pendentes é importante para que consiga virar a página de uma vez e seguir em frente.

Agora, o mais importante: CUIDE DE VOCÊ MESMO! Essa é a hora de começar a olhar para si com esmero. Confie no seu valor, naquilo que você é, nas suas qualidades e talentos. Gostar de si mesmo é o primeiro passo para encontrar a verdadeira felicidade.